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Ainda Estou Aqui venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional na noite deste domingo, 2. O filme concorria com A Garota da Agulha, Emilia Pérez, A Semente do Fruto Sagrado e Flow.
Tecnicamente, o Brasil levou o mesmo prêmio — chamado de Melhor Filme Estrangeiro à época — em 1960. Naquele ano, Orfeu Negro (1959), que se passa no Rio de Janeiro, usa o idioma português do Brasil e tem trilha-sonora de nomes como Vinícius de Moraes e Luiz Bonfá, garantiu o prêmio à França.
A obra ítalo-franco-brasileira teve como principal produtora a francesa Dispat Films. Além disso, o longa-metragem foi dirigido por Marcel Camus, cineasta francês de origem russa.
Ainda Estou Aqui também concorreu nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz.
“Anora” confirmou favoritismo e venceu como melhor filme da noite. Foram cinco estatuetas. Com isso, como produtor da obra, Sean Baker se torna primeira pessoa a ganhar quatro estatuetas pela mesma produção. E na categoria de Melhor Atriz, Mikey Madison venceu por “Anora”.
Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, Ainda Estou Aquié ambientado no Rio de Janeiro, no início dos anos 1970, em meio à ditadura militar, e conta a história de Eunice, mãe de cinco filhos, que se envolve em uma busca infindável pela verdade após o seu marido, Rubens, ser levado por policiais à paisana e desaparecer.
Além de Fernanda Torres, o longa ainda conta com Fernanda Montenegro (A Vida Invisível), Selton Mello (O Filme da Minha Vida), Maeve Jinkings (Pedágio), Antonio Saboia (Destino Particular), Humberto Carrão (Marighella) e Marjorie Estiano (Sob Pressão) no elenco.
Com informações da RollingStone – Imagens por Kevin Winter/Getty Images